me calo
engulo
o calo dói
e mais
engulo
calo
adentro mais
eu calo
dói
em mim
já dentro
não calo
engulo
claro
o calo
dói
mas
é minha
linda dor
não se cale
clare-se!
preenchimento letraromático despretensioso de lacunas existenciais pululantes e coloridas
26.5.07
How deep is the ocean?
"O mesmo se aplica ao medo. Sentir medo, em si, não é arrasador. Essa experiência transforma-se instantaneamente em um túnel no qual você entra, levado pela sensação do medo, até atingir o nível mais profundo da realidade. O medo é uma negação de outros sentimentos. Quando o sentimento original é aceito e vivido, o nó de desfaz. Assim, nunca é o sentimento em si que é insuportável. No entanto, a sua atitude em relação a ele pode torná-lo insuportável.
O medo dos próprios sentimentos faz com que você os isole, e dessa forma isole a si mesmo da vida. O seu centro espiritual não pode evoluir, manifestar-se e unir-se ao ego-eu a menos que você aprenda a aceitar todos os seus sentimentos, a menos que você se deixe levar por eles, a menos que você aprenda a assumir a responsabilidade por eles. Se responsabilizar os outros, você vai ficar em situação difícil, porque ou vai negá-los ou manifestá-los de forma destrutiva contra os outros. Nenhuma das alternativas é desejável nem resolve o problema.
O seu eu espiritual não pode ser libertado enquanto você não aprender a sentir todos os seus sentimentos, enquanto não aprender a aceitar todas as partes do seu ser, por mais destrutivo que isso possa ser nesse momento. Não importa o quanto você possa considerar negativa, mau, fútil, egoísta uma faceta de si mesmo (ao contrário de outros aspectos mais desenvolvidos de sua personalidade): é absolutamente necessário aceitar e lidar com todos os aspectos do seu ser. Nenhum aspecto deve ser poupado, posto de lado e encoberto na vã esperança de que assim ele não terá importância e, de alguma forma, desaparecerá. Ele tem importância, meus amigos. Nada que existe em vocês é desprovido de força. Por mais oculto que esteja, ele cria condições de vida que vocês acabarão lamentando. Esta é uma das razões pelas quais vocês precisam aprender a aceitar os seus aspectos negativamente criadores. Outra razão é que, por mais destrutivo, cruel e mau que seja, todo aspecto da energia e da consciência é originalmente, em essência, belo e positivo. As distorções precisam ser retransformadas na essência original. A energia e a consciência podem voltar a ser positivamente criadoras, mas somente quando sofrem o efeito do conhecimento e da intenção positiva. Se não fizerem isso, vocês não poderão chegar até o seu próprio âmago criativo."
O medo dos próprios sentimentos faz com que você os isole, e dessa forma isole a si mesmo da vida. O seu centro espiritual não pode evoluir, manifestar-se e unir-se ao ego-eu a menos que você aprenda a aceitar todos os seus sentimentos, a menos que você se deixe levar por eles, a menos que você aprenda a assumir a responsabilidade por eles. Se responsabilizar os outros, você vai ficar em situação difícil, porque ou vai negá-los ou manifestá-los de forma destrutiva contra os outros. Nenhuma das alternativas é desejável nem resolve o problema.
O seu eu espiritual não pode ser libertado enquanto você não aprender a sentir todos os seus sentimentos, enquanto não aprender a aceitar todas as partes do seu ser, por mais destrutivo que isso possa ser nesse momento. Não importa o quanto você possa considerar negativa, mau, fútil, egoísta uma faceta de si mesmo (ao contrário de outros aspectos mais desenvolvidos de sua personalidade): é absolutamente necessário aceitar e lidar com todos os aspectos do seu ser. Nenhum aspecto deve ser poupado, posto de lado e encoberto na vã esperança de que assim ele não terá importância e, de alguma forma, desaparecerá. Ele tem importância, meus amigos. Nada que existe em vocês é desprovido de força. Por mais oculto que esteja, ele cria condições de vida que vocês acabarão lamentando. Esta é uma das razões pelas quais vocês precisam aprender a aceitar os seus aspectos negativamente criadores. Outra razão é que, por mais destrutivo, cruel e mau que seja, todo aspecto da energia e da consciência é originalmente, em essência, belo e positivo. As distorções precisam ser retransformadas na essência original. A energia e a consciência podem voltar a ser positivamente criadoras, mas somente quando sofrem o efeito do conhecimento e da intenção positiva. Se não fizerem isso, vocês não poderão chegar até o seu próprio âmago criativo."
(Trecho da Palestra do Guia Pathwork n.204)
Homem - Mulher
O homem é a mais elevada das criaturas; a mulher o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono; para a mulher, um altar. O trono exalta; o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração, o amor. A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é um gênio; a mulher, um anjo. O gênio é imensurável; o anjo, indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória; a aspiração da mulher, a virtude extrema. A glória traduz grandeza, a virtude traduz divindade. O homem tem a supremacia; a mulher, a preferência. A supremacia representa a força; a preferência representa o direito.
O homem é forte pela razão, a mulher invencível pela lágrima. A razão convence; a lágrima comove.
O homem é capaz de todos os heroísmos; a mulher, de todos os martírios. O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é o código; a mulher, o evangelho. O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher, um sacrário. Ante o templo nos descobrimos; ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem é um oceano; a mulher, um lago. O oceano tem a pérola que o embeleza; o lago tem a poesia que o deslumbra.
O homem é a águia que voa; a mulher, o rouxinol que canta. Voar é dominar o espaço, cantar é conquistar a alma.
O homem tem um farol: a consciência; a mulher tem uma estrela: a esperança. O farol guia, a esperança salva.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra; a mulher, onde começa o céu...
Anônimo
Fonte: Homem-Mulher. A integração como caminho de desenvolvimento. Gudrun Burkhard.
Deus fez para o homem um trono; para a mulher, um altar. O trono exalta; o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração, o amor. A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é um gênio; a mulher, um anjo. O gênio é imensurável; o anjo, indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória; a aspiração da mulher, a virtude extrema. A glória traduz grandeza, a virtude traduz divindade. O homem tem a supremacia; a mulher, a preferência. A supremacia representa a força; a preferência representa o direito.
O homem é forte pela razão, a mulher invencível pela lágrima. A razão convence; a lágrima comove.
O homem é capaz de todos os heroísmos; a mulher, de todos os martírios. O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é o código; a mulher, o evangelho. O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher, um sacrário. Ante o templo nos descobrimos; ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem é um oceano; a mulher, um lago. O oceano tem a pérola que o embeleza; o lago tem a poesia que o deslumbra.
O homem é a águia que voa; a mulher, o rouxinol que canta. Voar é dominar o espaço, cantar é conquistar a alma.
O homem tem um farol: a consciência; a mulher tem uma estrela: a esperança. O farol guia, a esperança salva.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra; a mulher, onde começa o céu...
Anônimo
Fonte: Homem-Mulher. A integração como caminho de desenvolvimento. Gudrun Burkhard.
24.5.07
Um pouco de Drummond
Viver Não Dói
Definitivo, como tudo o que é simples.
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por
termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em
nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por
um tempo razoável, um tempo feliz.
sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por
termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em
nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por
um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado
e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos de
ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos,
por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado
e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos de
ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos,
por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto
e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar
com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos
em que poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias se ela estivesse
interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas
forças que não usamos, na prudência egoísta que nada
arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar
com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos
em que poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias se ela estivesse
interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas
forças que não usamos, na prudência egoísta que nada
arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
11.5.07
reticências
Sempre amei reticências...
elas ficam tão tênues no papel,
mas hoje descobri que não as quero em minha vida
Na prática as reticências são cruéis
prefiro um bom e exato ponto final.
Nada mais, apenas um pequenino ponto no final
da frase
da folha
Ponto Final!
deixo as reticências para os papéis
para a vida escolho ponto final
(não na vida, neste capítulo)
e adeus
.
viro a folha e entrego
a Deus
.
(na outra página):
parágrafo letra maíuscula...
Re inicio
elas ficam tão tênues no papel,
mas hoje descobri que não as quero em minha vida
Na prática as reticências são cruéis
prefiro um bom e exato ponto final.
Nada mais, apenas um pequenino ponto no final
da frase
da folha
Ponto Final!
deixo as reticências para os papéis
para a vida escolho ponto final
(não na vida, neste capítulo)
e adeus
.
viro a folha e entrego
a Deus
.
(na outra página):
parágrafo letra maíuscula...
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