Começa assim:
Não é o cheiro que acusa e sim o arrepio no esôfago antecessor a ele.
Em seguida o famoso tremelico de nuca, que por consequência remelexe as laterais do queixo quase embaixo das orelhas.
Concomitantemente, um esbanjar de olhos inertes, indiferentes, insossos, infalíveis.
Ademais a negação, tomando conta de todo o corpo. A mais pura e gélida não aceitação típica da inexperiência ou esgotamento de uso. Abuso. De um só mais um pouquinho dilacerado ou de um acelerado não é isto.
Excesso. Caminho. Abalo. Triscado. E tudo de novo novamente.
Nem que seja em pensamento. Somente. Apenas isso. Talvez, baste. Desembeste.
Mas.
Nada que não se resolva, ora ora. Ora!
Hora que nenhuma nada que vápraqueponcapericécatiquepaviu.
Mas calma.
Aí senta, no chão mesmo, porque cadeira é invenção de preguiçoso, e espera o dia findar matando carapanã e coçando o pé. Depois levanta e se balança porque ficar acomodado é coisa de quem se incomoda e o lance da tal repulência é balançar no balanço, se é que você está me entendendo. E tem muita coisa pra fazer, ó, dá uma olhada aí, ó:
preenchimento letraromático despretensioso de lacunas existenciais pululantes e coloridas
17.2.09
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